Empreendedorismo social: organizações que estão ajudando a transformar o país

Empreendedorismo social: organizações que estão ajudando a transformar o país

Você, como bom empreendedor, sabe que esse lindo ato de empreender não significa, sempre, o ato de criar um negócio, gerar lucros e ter retorno financeiro. Seria o sonho de princesa (ou de príncipe) de todo empreendedor se a realidade fosse, de fato, dessa forma. Antes de qualquer coisa, empreender significa um conjunto de atos que tem como resultado mudar a sua realidade – sair da zona de conforto.

Levando essa definição de forma literal, nos anos 1980, o norte-americano Bill Drayton deu o pontapé inicial do que dali por diante passou a ser chamado de empreendedorismo social. Quer conhecer um pouco mais sobre o conceito e ver cases de organizações que o seguem? Então, fique aqui no nosso bate papo de hoje! Sente de forma confortável e relaxe… Vamos conversar!

Mas, afinal, o que seria o “Empreendedorismo Social”?

Simples: sabe todas as técnicas de gestão, inovação, criatividade, sustentabilidade etc., que você estudou ou viu na prática, que têm como foco o crescimento de uma empresa? Pois bem, no Empreendedorismo Social, essas práticas são voltadas para a maximização do capital social de uma comunidade, bairro, cidade ou país (tudo depende da grandiosidade da ação).

De uma forma geral, então, pensando nesse conceito, a relação com o lucro é um dos aspectos que diferenciam o empreendedorismo social do empreendedorismo comum. Exatamente, o  “lucro”.

Para o empreendedor comum, o lucro é o propulsor do empreendimento. A proposta do empreendimento comum é atender a mercados que podem confortavelmente pagar pelo novo produto ou serviço. Portanto, esse tipo de negócio é projetado para gerar lucro financeiro. Desde o início, a expectativa é que o empreendedor e seus investidores obtenham algum ganho financeiro pessoal. O lucro é a condição essencial para a sustentabilidade desses empreendimentos e os meios para o seu fim último na forma de adoção de mercado em grande escala.

A prioridade do Empreendedorismo Social não é criar lucros financeiros substanciais para seus investidores

O empreendedor social, em contrapartida, não tem como prioridade criar lucros financeiros substanciais para seus investidores – organizações filantrópicas e governamentais na maior parte – ou para si mesmo. Em vez disso, o empreendedor social busca valor na forma de benefícios transformacionais em grande escala, que se acumulam em um segmento significativo da sociedade ou na sociedade em geral.

Ao contrário da proposição de valor empreendedora que assume um mercado que pode pagar pela inovação e pode até oferecer vantagens substanciais para os investidores, a proposta de valor do empreendedor social tem como alvo uma população carente, negligenciada ou altamente desfavorecida que não tem meios financeiros ou influência política para alcançar o benefício transformador por conta própria. Isso não significa que os empreendedores sociais, como regra fixa, evitem propostas lucrativas.

O empreendimento social pode gerar renda, e pode ser organizado com ou sem fins lucrativos.

Interessante, não é?

O universo capitalista passa por revoluções e atualizações de mercado

Para que esse tipo de empreendedorismo entre em prática, são necessários 3 componentes:

  1. A identificação de um equilíbrio estável, mas inerentemente injusto, que causa a exclusão, a marginalização ou o sofrimento de um segmento da humanidade que não tem meios financeiros ou influência política para alcançar qualquer benefício transformador para si;
  2. A identificação de uma oportunidade nesse equilíbrio injusto, desenvolvendo uma proposição de valor social e trazendo inspiração, criatividade, ação direta, coragem e fortaleza, desafiando assim a hegemonia do estado estável;
  3. Criar um novo equilíbrio estável que libere o potencial inexplorado ou alivie o sofrimento do grupo alvo, por meio da criação de um ecossistema estável, assegurando um futuro melhor para o grupo alvo e até para a sociedade em geral.

Até aqui está muito tranquilo de entender, certo?! Mas, e na prática? Quais exemplos que podemos dar de empreendedorismo social em nosso país?

Pois é: temos essa inovação em território brasileiro para acalentar e orgulhar nossos corações. No Brasil, diversos exemplos de empreendedorismo social têm ajudado a promover importantes transformações positivas.

Veja, aqui, algumas dessas inciativas:

  1. Gerando Falcões

Iniciativa de Eduardo Lyra, paulista de periferia, que resolveu se dedicar a melhorar a vida de crianças que passam pelas mesmas dificuldades que enfrentou na infância. Cerca de 30 mil estudantes têm sido impactados pelas ações do projeto, que tem como meta central promover o protagonismo dos jovens e fortalecê-los enquanto motores da transformação da sociedade.

  1. Instituto Chapada

Cybele Oliveira é o nome por trás dessa iniciativa focada em ajudar a melhorar a qualidade da educação pública. A entidade faz isso oferecendo, principalmente, apoio à formação continuada de professores e gestores de escolas. Além disso, auxilia a criação de redes colaborativas voltada a fortalecer o ensino formal e políticas púbicas de educação.

  1. Graacc

Desde 1991, essa iniciativa do oncologista pediátrico Antonio Sergio Petrilli tem sido uma forte aliada do combate ao câncer infantil no Brasil. A entidade já tratou mais de 5 mil pacientes, com uma taxa de cura que fica em torno de 70%. A organização funciona com base em um rigoroso sistema de gestão e atendimento que envolve pesquisadores de universidades, a iniciativa privada e a sociedade.

  1. Asid

Iniciada como trabalho de faculdade, a Ação Social para Igualdade das Diferenças atua desde 2010 com um compromisso central: auxiliar na gestão de escolas e instituições que trabalham com pessoas especiais. Alexandre Amorim, Luiz Ribas e Diego Moreira conduzem a organização, que desenvolveu uma metodologia administrativa que aplicam nas entidades atendidas, com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino gratuito oferecido a pessoas especiais.

  1. Adaptsurf

Usando o esporte como instrumento, o projeto tem como objetivo promover a inclusão e integração social das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Uma das formas encontradas para tanto foi o surf adaptado. O Instituto promove, divulga e difunde o surf como modalidade de esporte adaptado, desenvolvendo parcerias com entidades ligadas ao esporte, escolas de surf e outros projetos.

Esses são exemplos de iniciativas que, gradativamente, fazem a diferença. Empreendedores Sociais… Profissionais que devem ser entendidos como aquela pessoa que observa a negligência, a marginalização ou o sofrimento de um segmento da humanidade e encontra nessa situação inspiração para agir diretamente, estabelecendo um novo cenário que assegure benefícios permanentes para esse grupo-alvo e para a sociedade em geral.

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