Como abrir um e-commerce

Seguindo a tendência mundial, que tal saber mais como abrir um e-commerce? O mundo está, cada vez mais, empreendedor, inovador e tecnológico. Você notou isso?

Unir esses 3 pontos em um novo negócio é, no mínimo, um ato deveras inteligente. Exatamente por isso, você chegou até aqui – buscando entender um pouco mais sobre como abrir seu próprio e-commerce (um modelo de negócio empreendedor, inovador e tecnológico – claramente).

Para início de conversa, pensando no atual cenário econômico, abrir um e-commerce é uma excelente alternativa. Esse é um modelo de negócio com custos menores e uma ampla capacidade de realizar vendas para diversos lugares do país. Tanto é que tem crescido o número de empresas que, mesmo tendo pontos físicos com bons resultados, resolvem investir no e-commerce para expandir as suas operações.

Para que você possa ter uma ideia de quão atrativo é esse mercado

O setor encerrou 2019 com quase R$ 60 bilhões de faturamento, conforme indicado na 40.ª edição do Webshoppers, da E-bit/Nielsen. Esse resultado representou, na época, um crescimento de 12% sobre o ano de 2018.

Isso é, realmente, fantástico, não é mesmo?

Só que abrir um e-commerce exige atenção. Antes de fazer seus planos, é preciso entender muito bem como funcionam o mundo digital em geral e o mercado das lojas virtuais em particular, porque esse é um negócio que vai muito além de um site para vender seus produtos ou serviços. Abaixo, confira 6 pontos importantes e que precisam ser muito bem avaliados na hora de abrir um e-commerce!

1 – Plano de negócios para e-commerce

É preciso estudar o seu nicho de mercado, verificar concorrência, fazer o SWOT (identificar pontos fracos e fortes, oportunidades e ameaças), estruturar o negócio e planejar investimentos e rendimentos.

Essa costuma ser a fase mais cansativa e angustiante de qualquer empreendimento, exigindo conhecimentos em administração e muita disciplina.

Se você já tem um negócio físico e ainda não abriu o seu e-commerce, é importante entender como fazer todos os canais trabalharem juntos.

Algumas dicas para um plano de negócio para e-commerce realmente funcional

  • Criar um cronograma, no qual devem estar incluídas datas importantes do comércio virtual (Black Friday, Natal etc.) e estabelecer as metas a serem atingidas, mensalmente, trimestralmente e assim por diante;
  • Fazer um planejamento financeiro que inclua o fluxo de caixa, investimentos a serem feitos, custos operacionais e demais despesas fixas do negócio;
  • Montar um banco de dados com informações estratégicas de clientes e potenciais clientes;
  • Desenvolver um programa de controle de qualidade da produção dos produtos (no caso de a sua empresa ser responsável por essa parte);
  • Planejar o marketing digital, incluindo aqui ferramentas pagas, gratuitas e a contratação de parceiros para cuidar das campanhas;
  • Mapear os principais eventos do setor e escolher quais serão úteis, para a empresa marcar presença;
  • Elaborar um plano de metas anual, tendo como base os resultados do ano anterior.

2 – Ambiente virtual

Parece redundante, mas, não é.

O e-commerce é uma parte importante do ecossistema digital e produz muitas das inovações — em pagamentos, segurança, logística e operação — que vemos espalhadas em outros lugares. Além de sistemas, servidores, computação em nuvem, administração e comunicação, o e-commerce exige que as lojas entendam também de comunicação, mídias sociais, leis e questões de privacidade e segurança — tudo em mudança constante, exigindo colaboração, inovação e criatividade.

O comportamento do consumidor também muda de maneira cada vez mais rápida, o que demanda uma estratégia que permita acompanhar e entender o quanto isso influencia os seus resultados.

3 – A Plataforma

Nenhuma loja existe sem uma plataforma. Essa é a ferramenta central para mostrar ao mundo o seu plano de negócios, seus produtos e seu caráter. Com ela, você consegue aparecer no Google, fazer promoções, colocar o seu negócio no ar etc. Estude as suas necessidades e seu plano de crescimento, verificando se a ferramenta eleita acompanhará suas ambições e objetivos.

Também é ideal checar as integrações com plataformas de pagamento, a segurança da informação e a linguagem utilizada. Entender um pouco de como funcionam sistemas e internet ajuda muito a essa altura, embora não seja um pré-requisito para o sucesso.

Funcionalidades que devem estar presentes em uma plataforma de alta performance:

  • um bom carrinho de compras;
  • fechamento de pedidos simples e intuitivo, para garantir conversões;
  • criação e manutenção de produtos;
  • alimentação simples de informações sobre eles;
  • recursos para criação de promoções e landing pages são apenas alguns.

4 – O Sistema de operação

O back-office, ou ERP, é o sistema que vai ajudar seu e-commerce a realizar as operações do dia a dia. Do faturamento à contabilidade, emissão de notas fiscais e recolhimento de tributos, são esses os sistemas que garantem a existência do e-commerce.

A administração desse negócio é uma operação complexa, que exige inteligência, coleta de dados e análise de relatórios — e as bases para o sucesso são criadas quando as lojas já têm um processo bem desenhado, passível de mudança e aberto à opinião dos colaboradores.

A automatização traz grande ganho para um e-commerce, como no caso dos chatbots e demais recursos tecnológicos, usados com o intuito de otimizar as operações e diminuir o tempo da realização de cada atividade, tudo isso com uma redução de custos considerável em muitos casos.

Fique atento: ao escolher a sua plataforma de e-commerce, verifique se ela permite a integração com os ERPs, porque isso vai facilitar a gestão da operação!

5 – Operação e logística

Ter ou não ter um centro de distribuição? Quem fará a entrega: transportadora, correios, ambos? Como funcionará o seu atendimento ao cliente? Quais são seus diferenciais? Como seus produtos serão embalados?

A operação do e-commerce tem fluxos diversos e interconectados que devem ser desenhados, desde o início, para atender muito bem o seu cliente. Oferecer uma boa experiência de entrega é um fator de alto impacto no seu negócio e, muitas vezes, uma premissa que ajuda a fidelizar os consumidores, afinal, gera confiança. Junto a isso, um bom gerenciamento de estoque ajuda a qualificar o processo e evitar possíveis erros de logística.

É importante definir com qual tipo de estoque o seu negócio vai trabalhar e, se tiver mais de um deles, delimitar uma estratégia de gerenciamento específica para cada um.

Os quatro tipos de estoque mais comuns no e-commerce são compartilhados (ideal para quem tem loja física e e-commerce), próprio, terceirizado (armazenado em outros locais) e descentralizado (dividido por regiões).

6 – Os pagamentos

Integração com meios de pagamento, uso de camadas de segurança e não arquivamento de informações financeiras dos clientes são alguns dos detalhes no quesito pagamento. O mercado tem diversas boas soluções, que, em geral, se integram sem problema às melhores plataformas de e-commerce.

Há uma questão administrativa também: cada forma de pagamento (boleto, cartão de crédito, depósitos etc.) tem um impacto no fluxo de caixa, devido aos diferentes prazos e taxas de serviço. A recomendação é oferecer o máximo que puder. Os mais usados hoje são boleto e cartão de crédito.

E aí? Preparado? Caso precise de um help, só entrar em contato!

Caso ainda tenha dúvidas sobre como abrir um e-commerce, entre em contato!

Se precisar de dicas e ajuda para tirar seu sonho do papel, entre em contato conosco. Estamos sempre prontos a te auxiliar.

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